Como está sua paz interior?

Você se sente em paz com a vida? 😌🙏🏻

A palavra “paz” vem do latim “pax” ou “pacem” e significava “ausência de guerra ou violência”.
E se aplicarmos esse significado à nossa vida cotidiana podemos ter um grande insight: a paz interior é deixar de “brigar com a vida”.

Falando assim até parece simples né…? 😂🙌🏻 O processo de parar de brigar com a vida vem sendo estudado por muitas culturas ao longo dos milênios, muitas tradições tentaram gerar uma cultura de paz, de não violência. 😇
E a experiência dessas culturas nos dizem que:

1️⃣ Aceitar as situações da vida e as pessoas como elas são é o primeiro passo para ficar em paz e poder fazer algo para mudá-las.
2️⃣ Nem sempre a nossa visão de mundo é o correto para os demais. Na verdade, muitas são as vezes que nossa forma de ser/fazer é ruim para outras pessoas.
3️⃣ Treinar-se para tomar decisões conscientes que estejam alinhadas com nosso estilo e propósito normalmente nos deixa mais satisfeitos com quem estamos sendo.

Então, se tomamos nossas decisões baseados na nossa própria visão de mundo, isso é ótimo. Permitir que os demais façam isso também é excelente. E que cada um assuma os resultados e consequências de suas próprias decisões é autorresponsabilidade. 😎👍🏻 Podemos inclusive treinar o processo interno de tomada de decisões.

E aí, tá pronto pra tomar decisões poderosas?

O que você faz diante de um obstáculo?

Quando você diz “tenho um problema”, o que realmente quer dizer?

Você já parou pra pensar nisso? 🤔

Um problema pode ser definido de varias maneiras dependendo da área com a qual estamos lidando. Um problema matemático ou didático é diferente daquele problema no trabalho ou um problema filosófico. Só pra simplificar, aqui vamos explorar um pouco os problemas cotidianos, então vai ser um pouco “simplista” se você já estudou isso em outro campo! 😅🙌🏻

Um problema então pode ser definido como uma situação da vida com algum tipo de complicação, duas ou mais possíveis soluções (que podem ser conhecidas ou não) e ainda que gera uma sensação de estresse, intranquilidade e/ou preocupação, por fim também costuma ser algo que requer mais trabalho e esforço para ser superado.

Pare pra observar: aquele problema na família é complicado, talvez tenha várias possíveis soluções (ou não… 🙄😂), gera estresse e não é fácil de lidar e resolver. O mesmo acontece no trabalho com aquele projeto atrasado ou naquele curso que você quer fazer mas “não tem dinheiro”… 🧐

Primeiro ponto: a vida não é um sistema simples, tudo vai ser “complicado” já que tudo tem muita variável. Get used to it! 😂🙌🏻

Segundo: Suryavan sempre diz que tudo na vida tem varias maneiras de ser feita – você pode fazer um projeto ao estilo “terra”, “água”, “ar” ou “fogo”. E se parar pra observar, tudo tem várias possíveis soluções, depende qual delas você tem mais afinidade / confiança.

Terceiro: o estresse é natural no biológico humano. Aprenda a trabalhar seu estresse com meditação, exercícios de atenção e terapia. Você vai se espantar com o resultado na sua paz interior!

Por último: se dá mais trabalho ou consome um maior esforço de sua parte, no final do processo também o nível de satisfação ao ver a situação sendo resolvida vai ser na mesma proporção. Já percebeu que quando a coisa é trabalhosa e no final você “dá um jeito” a sensação que fica é de um sucesso muito gostoso?

Então, a conclusão que eu chego aqui é bem simples: problemas são naturais, sempre vamos ter a companhia deles… 😂

Mas o ponto principal é que um problema não é nada mais que uma situação que exige mais das nossas capacidades para ser lidada. E no final ela ainda nos dá uma sensação de realização e satisfação. Basta você escolher qual problema trabalhar e qual deixar de lado!

Afinal se o problema tem solução, então qual é o problema? E se ele não tem solução, então pra que se preocupar?? 😂👍🏻

E se o problema tem solução mas você não sabe qual, pode fazer a consulta de Solução de Conflitos que eu te ajudo a encontrar! 💪🏻😎👍🏻

E agora, o que você fará quando encontrar um problema?

E a Disciplina, vai bem?

Muitos de nós tentamos ser “disciplinados” na vida e muitas vezes falhamos…

Mas afinal, o que é disciplina?

A palavra disciplina vem do latim e significa “instrução, matéria (de estudo), treinamento” e vem da raiz “discere” que significa aprender.

Somente algum tempo depois é que a palavra se transformou de significado para “manutenção da ordem” depois “conjunto de regras a serem seguidas”, indicando que o aluno ou aprendiz deveria seguir uma “disciplina” se quisesse aprender. Esse momento da transformação do significado não se sabe ao certo, mas podemos afirmar que a influência desse significado chegou à nossa sociedade através da cultura romana – onde a disciplina era e precisava ser aplicada no exército.

Aqui, vamos usar o significado mais antigo – o de instrução ou aprendizado. Basicamente ressignificar a disciplina para “método ou rotina que o aprendiz deve ter para conseguir o aprendizado desejado” é bastante mais tranquilizante ao mesmo tempo que nos permite de verdade ter um compromisso com nossos objetivos. Afinal, a maioria de nós não gosta daquela coisa forçada e rígida… mas todos queremos ir para algum lugar, conseguir algum tipo de habilidade e/ou conhecimento, treinar alguma capacidade. E para isso precisamos criar uma “rotina de aprendizado” – essa é a “disciplina” que eu proponho aqui pra você.

E aí, como vai a disciplina?!

A vida seria melhor sem conflitos?

Será que a vida seria realmente melhor sem conflitos? 🤨

A resposta pra essa pergunta pode variar de pessoa pra pessoa, mas podemos observar algumas coisas: 🤓

1 – Durante um conflito, o principal problema de vivencia-lo é a sensação ruim que ficamos dentro 🥺, já que se uma situação não gera essa sensação ela pode ser “ruinzinha” mas não provoca grandes problemas pra gente.

2 – No conflito, sempre há oposição de ideias 🤜🏻🤛🏻

Se for um “conflito interno”, estamos com duas ideias diferentes e isso gera um estado incômodo (dissonância cognitiva). Se for um conflito com outro(s) as partes envolvidas terão as ideias diferentes.

3 – Variabilidade num ambiente (dentro de nós mesmos ou entre pessoas) permite criar novas ideias, soluções, projetos, etc.😸👻🤗

Se você concorda com as afirmações acima (pare um pouco para refletir e perceba se elas realmente fazem sentido na sua vida, nas suas experiências), podemos concluir que:🧐

1 – Se eu me trabalho emocionalmente para não ser tirado do meu centro durante um conflito, a maior parte dos problemas daquela situação desaparece (pelo menos internamente).😇

2 – Ideias diferentes não querem dizer que necessariamente serão mutuamente excludentes. 🤲🏻

Ou seja, existe a possibilidade de juntar essas diferentes ideias em uma única solução / conceito. Ainda que em alguns casos isso não será possível, numa boa gama de situações sim é uma opção viável.

3 – Se todos pensássemos igual não teríamos nada muito novo. Uma oposição de ideias saudável permite a criação de inúmeras novas opções. 🤯

O “Dragon Dreaming”, por exemplo, trabalha bem esse mecanismo.

Ou seja, estar num conflito não é necessariamente ruim. Pode inclusive ser uma excelente oportunidade para criar algo “fora da caixinha”!

Você já conseguiu experimentar algo assim?

Se identificou com algum desses pontos?

Quer ajuda para resolver algum dos seus conflitos? 🙌🏻

Na minha consulta de “Solução de Conflitos”, trabalhamos justamente essas ideias pra ajudar a desenvolver melhores soluções que entreguem mais paz de espírito e também resultados!

Quem já fez a consulta sabe do que eu estou falando! 😎👍🏻

Bora resolver os conflitos? 😉

ENTRENAMIENTO DE MEDITACIÓN INTEGRAL: LOS 3 CENTROS

Originalmente publicado en http://www.meditacioncb.com

Cuando hablamos de Meditación la idea que muchos tienen es la de un monje con las piernas cruzadas en la posición de loto y en silencio o cantando el mantra “OOOMMMMMM”.

Algunos de los que ya conocen un poco tal vez dirán que es la práctica de dejar la mente en blanco.
Otros, más familiarizados, dirán que es una relajación de cuerpo y mente que nos trae paz y tranquilidad.
Algunos dirán que es estar en contacto con Dios. O dioses.
Quizás algunos dirán que es el contacto profundo con nuestra mente, o la Naturaleza de la Mente. O nuestra Buda o Cristo interno.
¿Y cuál sería la definición correcta? ¿O la más correcta?

Como la meditación es una especie de estado de espíritu, un conjunto de cualidades en el cuerpo, las emociones y la mente, creo que no se puede definir en un solo texto. Así que vamos a tratar de ser más amplios y decir que es “un profundo contacto con nosotros mismos y nuestro entorno.”

¿Cómo puedo entrenar a la meditación?
“¿Hay pasos a esta cosa? Cualquiera lo puede hacer? ¿Por dónde comienzo? Estoy demasiado ocupado, no me puedo sentar! Tengo tanto sueño, no puedo hacer nada. Soy muy …”, etc. En primer lugar, es importante entender que no todas las personas son iguales. Por otra parte, ya que cada persona pasó por diferentes experiencias y ambientes en su etapa de formación, es imposible en la práctica de tener dos personas iguales. Aunque todos funcionemos en los mismos procesos y mecanismos, cada uno de nosotros es diferente. Entonces ¿por qué tenemos personas que se parecen tanto?
Las personas trabajan en los mismos mecanismos, pero crean diferentes contenidos internos entre cada uno. Así que, incluso si creo un contenido donde yo prefiero los deportes extremos y mi gemelo prefiere la mecatrónica, estamos sujetos a los mismos procesos: frente a una toma de decisión, los dos tendremos tendencia a hacer antes que pensar. Es decir, puede ser que nuestras preferencias sean diferentes, pero las formas de llegar a ellos son los mismos. Así podemos generalizar diciendo que hay personas que son competitivos, otros son pasivos, otros son cautelosos, etc.

Conclusión: si prefiero ciertas cosas, mis objetivos de meditación deben estar alineados con ellas, ¿verdad? Y si yo suelo usar ciertos procesos para llegar allí, mi práctica de la meditación debe tener esto en cuenta, hasta que pueda ampliar mi gama de herramientas.

Los 3 Centros
En general, hay personas que prefieren hacer primero, y luego ver qué pasa. Estos son los instintivos. Hay aquellos que prefieren sentirse a sí mismos, a las personas y a los ambientes antes que nada. Los llamamos emocionales. Y hay quienes, naturalmente, observan y analizan todo racionalmente antes de tomar cualquier decisión. Estos son los mentales.
¿Cuál es la mejor manera de ser? ¡Ninguna! ¿Alguna vez se ha visto comprar formas de ser?
Los Instintivos tiene una gran ventaja: naturalmente, es decir sin un entrenamiento consciente, pueden tener mucha iniciativa y capacidad de reacción. Pero también pueden ser un poco más burdos o de visión corta.
Los Emocionales consiguen naturalmente ser sensibles hasta el punto de percibir cambios en las personas y entornos, de los cuales otras personas no se dan cuenta. Sin embargo, puede llegar a ser extremadamente sensibles y entrar en el drama y la exageración.
Los Mentales son naturalmente atentos e imaginativos. Consiguen explorar su mente sin la influencia de los otros centros. Pero pueden llegar a ser utópicos, cabeza-duras y difíciles de entender.
Cada uno tiene su qué…

La Práctica de la Meditación Completa
Para una buena práctica de meditación debemos incluir estos tres elementos en un cierto punto de la práctica. Esto se debe, en primer lugar, a que normalmente no conocemos nuestro centro principal -los tenemos bien mezclados y confundidos en nuestras vidas-. Y en segundo lugar, no es saludable trabajar un solo centro y haciendo caso omiso de los demás. Después de todo, si están allí podemos usarlos o atrofiarlos -y la represión o la atrofia nos van a causar problemas de por vida-.

Cuando una práctica se orienta directamente a un solo centro, esta práctica debería haberse indicado y supervisado por un Entrenador experimentado. De lo contrario, corres el riesgo de practicar algo que solo exaltará aún más tu lado preferido, llevándote a una exageración – y todo en exageración se convierte en perjudicial. O bien te puede llevar a trabajar duro un centro herido o reprimido, liberando sensaciones y emociones que no sabes cómo manejar. Ahora, cada vez que una práctica incluye los tres centros, aunque esta práctica te haga entrar en contacto con sentimientos y malos recuerdos, tu centro reforzado y tu centro de apoyo te “darán cobertura” para que puedas lograr este viaje de contacto profundo contigo mismo.

El Entrenador de Meditación
Un buen Entrenador o Instructor de Meditación sabrá indicarte las prácticas que te ayudarán a desarrollar los tres centros de una manera equilibrada. Observando las dificultades que tienes en la práctica, sabrá decirte tus desequilibrios a corregir y tus talentos naturales.
Por ejemplo, si entras fácilmente en la meditación activa y te sientes bien después del ejercicio y puedes meditar sentado mejor, puede significar que tienes una facilidad para lo instintivo. Tal vez, esta misma facilidad puede suceder después de un canto melodioso, entonces es posible que tengas una inclinación natural para lo emocional. Por supuesto, debes observar con mucho cuidado, porque hay muchas cosas que influencian y por lo tanto es vital contar con la ayuda de un entrenador para acompañar tu proceso de crecimiento en la práctica.

Practica. Reúnete. Persiste.
Nadie creció o se transformó sin haber llevado a cabo una práctica. Nadie equilibró  o expandió jamás un centro sin haber producido este cambio. Por lo tanto, busca un grupo de meditación que te ayude a practicar. Busca un Entrenador o Instructor de meditación que te guíe en este proceso. No necesitamos hacerlo todo solos, ni reinventar la rueda. Si alguien ya la descubrió, podemos utilizar la experiencia de estas personas y crear algo aún más profundo, evitando así tener que empezar de cero. Esta es la necesidad práctica de un Entrenador y de un sistema de Entrenamiento. Y nunca desistir: cambia, adapta, transforma. ¡Pero siempre hacia adelante!

Que a través de cada una de nuestras acciones, palabras, sentimientos y pensamientos, los seres de este mundo puedan aprender, crecer, ser y servir a los demás.

Meditação: desde o prático até o místico

Aproveitando o post passado sobre o livro de Meditação: A Arte de Voar, vou colocar aqui um pouco de opinião – é, é opinião mesmo, nada assim com profundo embasamento científico…

Tem gente que me pergunta o que é meditação, outros já me perguntaram como fazer… mas a pergunta mais intrigante é: funciona mesmo? E eu penso “funciona o quê??”
Isso porque normalmente não sei o que a pessoa quer que “funcione” com a meditação. Então aqui vou nomear algumas coisas que eu sei que a meditação funciona porque já vivi ou já presenciei em outras pessoas.

Primeiro, no aspecto mais prático, a meditação é um bálsamo. Ou seja, reduz nossos níveis de estresse, de ansiedade, aumenta nossa resistência à dor e aos reveses da vida. Existem vários estudos nessa área atualmente e no que eu vejo no dia-a-dia é que uma pessoa que medita regularmente e com boa intenção – sem “forçar” nada, mais do que tudo pra praticar mesmo – costuma estar mais relaxada e mais tranquila durante o dia para tomar boas decisões, ou decisões que estejam alinhadas ao que a pessoa quer. Como a idéia da meditação é te trazer para consciência, para o presente, então é bem lógico que ela nos leve a uma mente mais objetiva e que tem a capacidade de ver as situações em perspectiva.

Num segundo aspecto, agora mais emocional, a meditação é terapêutica. Seguindo a mesma idéia anterior onde a meditação nos leva à consciência e a reconhecer o que acontece dentro e fora de nós mesmos, logo é de se concluir que uma pessoa que medita acaba “compreendendo” melhor suas emoções (positivas e negativas). Isso faz com que saibamos trabalhar melhor com elas e nos permita liberar bloqueios ou traumas que estavam escondidos porque temos medo de sofrer ao relembrar ou voltar a entrar em contato com essas situações. Ao compreender as emoções, os problemas e travas que estamos passando na vida nos faz sentir-nos mais aliviados e “fazer as pazes” conosco mesmos, nesse sentido digo que a meditação é terapêutica.

Indo mais profundo, num aspecto mais psicológico da coisa, a meditação é autoconhecimento e autodesenvolvimento. Durante as práticas meditativas e durante o estado meditativo que é incentivado a praticarmos durante o dia, estamos mais alertas às nossas atitudes, comportamentos, padrões de conduta e todo tipo de manifestação, assim como as emoções e decisões. E todo esse processo nos leva ao autoconhecimento constante ao longo do tempo. Acredito que todo sistema de meditação tenha uma parte de purificação pessoal, já seja física ou psico-emocional. Digo acredito porque dos sistemas que já pratiquei e que já presenciei todos possuem, mas pode ser que algum esteja focado exclusivamente em técnicas onde a limpeza ou purificação do que não queremos não seja levada em consideração. Enfim, o fato é que se estamos em constante autoconhecimento e nosso sistema de meditação nos convida a praticar afim de limpar as áreas de nossa personalidade que não nos convém, é lógico que produza um desenvolvimento constante também.
Aqui é um ponto onde muita gente “pira o cabeção” e acaba levando essas mudanças a um nível exagerado, quase neurótico – ou talvez definitivamente neurótico… mas isso é assunto para outra oportunidade.

Por último a parte mais mística da meditação: a espiritualidade. As práticas meditativas sempre foram associadas desde a antigüidade às religiões. Temos a meditação associada ao budismo, às religiões hindus, ao islamismo e até ao cristianismo. Claro que cada uma delas têm seu estilo e sistema que dá uma diferença grande entre cada uma, mas basicamente a idéia é a mesma: aproximar-se da “natureza divina”. Talvez os nomes seriam diferentes, podemos chamar de aproximar-nos de Deus, da Natureza Búdica, do Tao, da Essência, do Infinito, do Cosmos, do Espagueti Voador, da Força dos Cavaleiros Jedi… no final das contas sendo brincadeira ou sério, o que estamos buscando é essa conexão com algo que nos faça sentir diferentes, que faça um “clique” dentro da gente e sejamos diferentes, melhores. Pelo menos no caso dos que buscamos a meditação por algum chamado interno.
Nesses casos a meditação produz um certo silêncio interno onde podemos navegar sem ruídos, sem interferências loucas e essa liberdade interna nos permite ver a vida com outros olhos. Olhos que não se apegam a uma única verdade, olhos que podem perceber a vida, o universo, a natureza, as pessoas, tudo acontecendo de maneira perfeita, mudando e mutando constantemente. E nessa sinfonia da existência o silêncio interno que observa a mudança. É nesse espaço que se pode dar um salto e chegar a eliminar, inclusive, esse próprio observador e romper com que o alguns sistemas de meditação chamam de “relação sujeito-objeto”. Quando conseguimos isso, nem que seja por alguns instantes, entramos num espaço de total paz, silêncio e liberdade. Esses instantes nos alimentam de tal forma que durante todo o dia estamos nesse estado de conexão que tanto buscamos.
É daí que vem a relação tão comum entre a meditação e a espiritualidade.

Mas a meditação não está associada a nenhuma crença, nenhuma filosofia ou religião. Não é necessário nenhum dogma ou prévia associação de qualquer tipo. E é por isso que a prática de uma meditação constante, já seja do tipo que sua tradição/religião incentivar, sempre vai trazer benefícios para você.

O post ficou maior do que eu pretendia, mas a idéia é essa. Pratique! 🙂

Até mais!
Sayuro

Livro Meditação CB: A Arte de Voar

Recentemente terminei de ler a primeira edição do livro Meditação – A Arte de Voar, na versão em espanhol lançada no evento de verão na Montanha CB.

IMG_0639Como um praticante de meditação não muito experimentado, tive minhas expectativas quanto ao livro. Quando Suryavan nos disse que estava escrevendo um livro como esses, minha primeira reação foi “uau, que bom!” mas logo veio minha experiência com outros livros de meditação e me enchi de um “ai ai ai…”.

Peraí, deixa eu me explicar! Já busquei vários livros de meditação e afins – concentração, domínio da mente, até psiquismo! – e não encontrei o que buscava nesses livros. Só encontrei algo bom quando comecei a praticar com um sensei, quando estava praticando Aikido. Então me dei conta que a meditação precisa ser vivida e não lida. Por isso a sensação…

Com essas expectativas dentro de mim me disse “tá, vou ler o livro e que seja como seja” e, por essas ironias da vida, tive a oportunidade de fazer um retiro de 5 dias justo depois de conseguir o livro. Era a oportunidade perfeita! Adivinhem minha reação quando terminei de ler?

É um livro que não pretende te ensinar tudo sobre meditação, não quer fazer você ser um perfeito conhecedor da meditação e nem sequer almeja ser a “bíblia” da meditação! É um livro simples que mostra as bases de uma boa prática, que te leva a entrar mais profundo em nós mesmos e que independente do nível que o leitor tenha de prática na meditação, vai nos levar a dar um passo mais na nossa caminhada rumo ao encontro com a natureza da mente.

É simples de ler, não requer grandes conhecimentos prévios e por isso mesmo pode ser lido por qualquer pessoa. É um livro pequeno no sentido de não ser demorado para lê-lo inteiro, mas também contém boa quantidade de informação e exemplos do cotidiano. Enfim, é um livro que me deixou com um sabor fantástico durante aquele retiro de verão, naquela cabaninha selvagem nas montanhas do sul do Chile.

E para finalizar, deixo com vocês uma poesia que para mim é muito boa, lá no final do livro:

Meditamos
Para descobrir nossa natureza interna
Meditamos
Para encontrar a conexão com o espaço
Meditamos
Para dissolvermos no silêncio que harmoniza
Y transforma tudo
Meditamos porque
Somos a eternidade
Somos esse momento (…)
– Suryavan Solar, poesia Meditamos, pag 354, 1aed versão espanhol

Espero que gostem! Até mais! 😉
Sayuro

Livro Coaching Express

O Livro “Coaching Express – A Origem de um Novo Estilo”, em tradução livre, já está disponível no mercado em espanhol, através da Cóndor Blanco Ediciones – Santiago, Chile.

CoachingSuryavan Solar instrutor de Liderança e Coaching, poeta, filósofo e Mentor de origem chilena. Escritor de mais de 50 obras – entre elas Manual de Autoliderança, Manual para Triunfadores, O Código do Guerreiro Ancestral, Manual para Líderes – lançou um livro chamado Coaching Express – A Origem de um Novo Estilo, propondo o início de um estilo de Coaching moderno, rápido e efetivo. Um livro que foi chamado de “Mega Tese” pela quantidade de informação e conhecimento recolhido no processo de sua criação, está destinado a professores e estudantes. Pelas palavras do autor: “Este livro mostra um estilo novo de Coaching para todos: para quem busca dar os primeiros passos nesta fascinante aventura do Coaching, para os estudantes de Coaching do mundo ou para quem já é um Coach experiente. Este livro é para todos porque seu conteúdo entrega muitas ferramentas valiosas para realizar nosso sonho mais amado.

Um extrato do livro:

A necessidade de mudar.

As coisas mudam quando entendemos que o mundo muda.

As velhas filosofias e métodos em pouco tempo se tornam obsoletas quando se trata de ensinar a atuar corretamente, impedindo de que percebamos as oportunidades e resolver os problemas cotidianos ou os obstáculos e imprevistos da vida. Quando isto acontece na história humana, aparece uma nova disciplina… desta maneira, o Coaching está emergindo como um novo método que responde aos desafios na velocidade do mundo moderno.

As coisas mudam quando entendemos
Que o mundo muda.
E devemos entender que nós
Ou mudamos ou desaparecemos do mundo…
Do mundo profissional, familiar,
Laboral, político, financeiro ou social.

Ter um Coach é a grande alternativa frente a essas mudanças súbitas no mundo impermanente.”

O livro Coaching Express é um excelente aliado na formação de qualquer Coach atualmente, explorando aspectos básicos e avançados com uma linguagem fácil de ser absorvida.
Para os que desejam ter esse livro, podem pedir através da página do Cóndor Blanco (www.condorblanco.com).

Espero que gostem! Até mais!
Sayuro

Manual para Líderes

O Manual para Líderes, de Suryavan Solar, já está disponível para download pelo link:
www.condorblanco.com/manual-para-lideres/

Suryavan Solar instrutor de Liderança e Coaching, poeta, filósofo e Mentor de origem chilena. Escritor de mais de 50 obras – entre elas Manual de Autoliderança, Manual para Triunfadores, O Código do Guerreiro Ancestral, Manual do Aventureiro – agora lança mais uma de suas Obras Primas, o Manual para Líderes: Os princípios para formar Equipes Competentes. Nos anos 80 fundou Cóndor Blanco, instituição de vanguarda em Desenvolvimento Humano, com a Visão e Missão de formar Seres Integrais, com Técnicas Ancestrais e Modernas.

“Todos estamos destinados a ser Líderes, de nós mesmos e de equipes poderosas. Líderes de grandes projetos… se aprendemos a cultivar a semente da Liderança.”, assim começa o livro em sua capa.
Logo na primeira parte, nos leva a uma reflexão sobre a liderança, mostrando as “12 Perguntas que Definem a um Líder”:

  1. Tenho as atitudes positivas ou corretas e tenho as competências, ou seja, a informação, os conhecimentos, as habilidades e técnicas necessárias para ser um Líder Servidor, responsável e motivado que consegue o Triunfo em equipe?
  2. Qual é minha responsabilidade como Líder, meus papéis e funções? O que esperam de mim, com relação ao projeto e à equipe?
  3. Qual é minha visão, quais são meus valores e meu plano de ação para conseguir o mais alto desempenho com minha equipe?
  4. Qual será a maneira correta de selecionar, recrutar, capacitar, organizar, motivar e supervisar minha equipe? Qual será meu estilo de Liderança?
Este livro é o resultado de um estudo de mais de 30 anos de “tentativa e erro”, onde o próprio autor Suryavan Solar experimentou essas mesmas técnicas em suas equipes e negócios. Para os que se interessam pela versão online, usem o link www.condorblanco.com/manual-para-lideres/ ou acessem a página de Cóndor Blanco (www.condorblanco.com).
Para qualquer dúvida, entrem em contato com Cóndor Blanco ou mesmo comigo, que já tenho minha versão em PDF!
Até mais,
Sayuro